A SALA DE AULA EXPANDIDA COMO PRÁTICA JORNALÍSTICA: A COBERTURA ESPORTIVA
Esse texto traz um compartilhamento de experiência que vem sendo desenvolvida pelos
professores do curso de Bacharelado em Jornalismo da UniSecal com a junção dos estudantes
em grupos multinível para atividades de cobertura jornalística.
REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO EM JORNALISMO – EXPERIÊNCIA PARANAENSE
O presente relato de experiência trata do processo de regulamentação do estágio em Jornalismo
efetivado pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná (SindijorPR), através dos
critérios estabelecidos dentro da Convenção Coletiva de Trabalho, anualmente, desde o período
de 2014/2015.
MATRIZ CURRICULAR POR COMPETÊNCIA: UMA FORMA DE INCENTIVAR A APRENDIZAGEM E O PENSAMENTO CRÍTICO
O presente relato apresenta os estudos realizados para implantação de matriz curricular por
competência desenvolvida pelo corpo docente do Curso de Jornalismo da Pontifícia
Universidade Católica do Paraná.
A CONSTRUÇÃO DE MÉTODOS NO ENSINO SUPERIOR DA FOTOGRAFIA E FOTOJORNALISMO EM SALA DE AULA E IN LOCO PARA DEFICIENTE VISUAL
Relatos de experiência vividos em sala de aula, laboratórios e in loco com acadêmico portador de
deficiência visual.
DAS PRÁTICAS LABORATORIAIS AO ESTÁGIO SUPERVISIONADO: TENSÕES ENTRE TEORIA E PRÁTICA NA FORMAÇÃO DO JORNALISTA DO SÉCULO XXI
A proposta desse artigo é, tentar identificar como a articulação entre teoria
e prática proposta nos PPCs de Comunicação Social/Jornalismo da Universidade Estácio de
Sá foi capaz de responder a esse universo de transformações tanto nas práticas laboratoriais
como nas propostas de Estágio Curricular Supervisionado.
A AUSÊNCIA DA FOTOGRAFIA NAS DIRETRIZES DO MEC: O DESDOBRAMENTO NOS CURSOS DE JORNALISMO DA PARAÍBA
. Esta pesquisa identifica essa ausência e faz uma escavação arqueológica nos
documentos e no perfil de professores para traçar um panorama dos seus desdobramentos nos
cursos de jornalismo da Paraíba.
ENSINO DE ASSESSORIA DE IMPRENSA: CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES SOBRE A IMPLANTAÇÃO DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA O CURSO DE JORNALISMO
O presente trabalho tem como objetivo apresentar o mapeamento da implantação do ensino de
Assessoria de Imprensa no Rio de Janeiro, buscando diagnosticar a nova realidade trazida pelas
Diretrizes Curriculares Nacionais no Jornalismo – (Resolução CNE/CES Nº 1, de 2013), que
pela primeira vez inclui a Assessoria de Imprensa nos instrumentos do ensino do Jornalismo.
APERTEM OS CINTOS, A GRADE CURRICULAR SUMIU: ALINHAMENTO CONSTRUTIVO COMO POSSIBILIDADE METODOLÓGICA PARA ENSINO DE JORNALISMO EM CURRÍCULOS NÃO LINEARES
Apresenta-se uma experiência de apropriação da metodologia de alinhamento construtivo
(BIGGS E TANG, 2011) como embasamento teórico metodológico para lidar com o ensino de
jornalismo em uma instituição de ensino que, visando à melhor eficiência operacional, aboliu o
sequenciamento como organização da grade curricular, tendo como reflexo o “ensalamento” de
estudantes de até quatro semestres diferentes de ingresso em turmas únicas.
O TRABALHO DOCENTE NA PERSPECTIVA DAS NOVAS DIRETRIZES CURRICULARES PARA OS CURSOS DE JORNALISMO
Este artigo tem como proposta analisar se e como as Diretrizes Curriculares Nacionais para os
cursos de Jornalismo de 2013, documento mais atual que normatiza o ensino na área, percebem
o papel do docente, a formação e as condições de desenvolvimento do seu trabalho.
O ENSINO DE FOTOGRAFIA NOS DOCUMENTOS EDUCACIONAIS DE JORNALISMO: UMA PROPOSTA METODOLÓGICA VISUAL ATRAVÉS DA ANÁLISE ARQUEOLÓGICA DO DISCURSO
Este trabalho traz uma exemplificação do uso da ferramenta da Árvore de Derivação
Arqueológica como forma de sistematizar visualmente o percurso trilhado pelo pesquisador que
caminha pela Análise Arqueológica do Discurso (Foucault, 2005).