CONTROLE INTERNO VERSUS PÚBLICO: REVISITANDO A TEORIA ORGANIZACIONAL NO JORNALISMO PÓS-INDUSTRIAL

Em nosso estudo, resultante de uma pesquisa nacional que procurou identificar por meio de uma pesquisa de opinião aspectos relacionados à liberdade jornalística, verificamos que os jornalistas identificam um alto controle sobre o trabalho jornalístico que parte, do ambiente interno que não são identificados pela figura abstrata do público. O artigo que apresentamos pretende ser uma contribuição a este debate.

ENSINO REMOTO E PANDEMIA – EXPERIÊNCIAS COM DISCENTES DE TEORIAS E ÉTICA DO JORNALISMO NA UFG

Este trabalho relata as experiências resultantes do ensino remoto das disciplinas de Teorias de
Jornalismo e de Ética e Legislação da Comunicação para turmas do curso de jornalismo da
Universidade Federal de Goiás (UFG) durante a pandemia de Covid-19 no Brasil. Os aspectos
elencados enfatizam métodos de organização didático-pedagógica efetivados e (re)pensados pela
docente e também segundo um olhar do estágio em docência nessas disciplinas durante 2020 e
primeiro semestre de 2021.

ESTRATÉGIAS ATUAIS E TRADIÇÃO NO CONTROLE EDITORIAL DA IMPRENSA: MARCAS DO GOVERNO BOLSONARO

Propomos uma leitura atual de dados de organizações que indicam as estratégias adotadas pelo
governo de Jair Messias Bolsonaro cujas ações caracterizam-se pelas tentativas de estabelecer o
controle editorial sobre jornalistas e jornais. Este debate é desenvolvido a partir de aspectos
historiográficos, observando brevemente a caracterização da censura à imprensa brasileira,
desde os primórdios até os tempos atuais. Identificamos três estratégias atuais mais recorrentes
nos tempos atuais.

O ENSINO DE TEORIAS DO JORNALISMO A PARTIR DE CONTRIBUIÇÕES BRASILEIRAS

O presente relato de experiência se propõe a apresentar a experiência de ensino do curso de
Jornalismo do FIAM FAAM Centro Universitário, localizado na cidade de São Paulo/SP, ao
incentivar na disciplina Teorias do Jornalismo que os estudantes de graduação tenham mais
atenção ao itinerário brasileiro de reflexão acadêmica sobre a atividade jornalística, adensado
nos últimos 50 anos, ao identificar jornalistas-pensadores fundamentais e suas obras de
importância e de contribuição para os estudos do campo.

COMUNIDADE INTERPRETATIVA TRANSTERRITORIAL: UM MERGULHO NAS ROTINAS PRODUTIVAS DA RTP

Este trabalho versa sobre a reflexão da atividade jornalística de forma ampliada, a partir de uma
experiência etnográfica desenvolvida em Portugal, mais precisamente no canal de notícias da
RTP, a televisão pública do país. Trata-se de parte de uma pesquisa de doutorado que investiga
o jornalismo em telas nas rotinas produtivas de TV “além-mar”. Como recorte, o relato que será
empreendido aqui vai destacar as percepções vivenciadas a partir de implicações de diversas
metodologias.

A NOTÍCIA E A PRODUÇÃO DA NOTÍCIA POR TOBIAS PEUCER, ROBERT PARK E ADELMO GENRO

O que se avançou da idade média à contemporânea no que se relaciona a estudos do jornalismo?
Tobias Peucer, Robert Park, Adelmo Genro, cada um a seu tempo, trataram sobre temas pontuais
como critérios de noticiabilidade, agendamento, notícia como mercadoria entre outras discussões
teóricas. No século XVII, Tobias Peucer com a tese De Relationibus Novellis (Os Relatos
Jornalísticos), foi cognominado como progenitor das teorias do jornalismo. Esse é o ponto de
partida deste artigo, que reflete sobre o que de concreto culminou no fazer jornalístico, passando
por Robert Park até o contemporâneo Adelmo Genro.

A CREDIBILIDADE JORNALÍSTICA ENTENDIDA A PARTIR DE UM PROCESSO HISTÓRICO-DISCURSIVO LEGITIMADOR

O presento trabalho examina o percurso de consolidação da credibilidade jornalística
por meio de um duplo processo legitimador, tanto de sua instituição, quanto de seu discurso.
Utilizou-se o aporte dos conceitos de credibilidade percebida e constituída de Lisboa (2012),
assim como os elementos de persuasão da retórica aristotélica. Ao final, foi possível levantar os
principais valores, tanto institucionais quanto discursivo capazes de gerar legitimação
jornalística.