DO JORNAL LABORATÓRIO À AGÊNCIA DE NOTÍCIAS, O QUE DEVEMOS ENSINAR AOS FUTUROS JORNALISTAS
DA SALA DE AULA À PRÁTICA: RELATO DE EXPERIÊNCIA DE PROJETOS DE TELEJORNALISMO E WEBJORNALISMO
DO EMERGENCIAL AO PERMANENTE: A REINVENÇÃO DO ENSINO DE TELEJORNALISMO NA UFMA PÓS-PANDEMIA
Este artigo analisa as transformações permanentes na disciplina de
Laboratório de Telejornalismo da UFMA, campus Imperatriz, após o ensino remoto
emergencial. A experiência revelou que práticas adotadas na pandemia foram
incorporadas ao modelo pedagógico. Com metodologia de relato de experiência, o estudo
destaca a superação de limitações técnicas ao mesmo tempo em que representa uma
alternativa viável em contextos de ensino laboratorial com recursos humanos e
tecnológicos escassos.
A VALORIZAÇÃO CULTURAL E A EDUCAÇÃO MIDIÁTICA NO NORDESTE: O PAPEL DO PERFIL “NOVO ORIENTE: MINHA TERRA, MEU XODÓ” NO INSTAGRAM SOB A ÓTICA DO COOPERATIVISMO
Este artigo analisa o impacto do perfil digital “Novo Oriente: Minha Terra, Meu Xodó”
no Instagram na promoção da cultura nordestina e na educação midiática. Por meio do
estudo de seu conteúdo e da repercussão nas redes sociais, discute-se como essas mídias
contribuem para fortalecer a identidade regional, incentivar o orgulho local e estimular
uma postura crítica diante da comunicação e das mensagens midiáticas. A pesquisa
evidencia as amplas possibilidades do uso de plataformas digitais para a valorização
cultural, refletindo sobre o papel do ensino de jornalismo na formação de cidadãos críticos
e como um modelo de produção laboratorial na região Nordeste.
JORNALISMO E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: TESTANDO NOVAS POSSIBILIDADES DE ENSINO EM ATIVIDADES LABORATORIAIS
PAUTA AMBIENTAL COMO REFORÇO À PROTEÇÃO DA BACIA DO FORMOSO
CRIANDO APLICAÇÕES DE REPORTAGEM COM IA: A EXPERIÊNCIA DO JORNAL-LABORATÓRIO LAB NOTÍCIAS
Este relato descreve e analisa a construção de aplicações de reportagem
desenvolvidas com técnicas de Processamento de Linguagem Natural (PLN) e modelos
de linguagem (LLMs/SLMs) no âmbito da disciplina laboratorial Redação com
Processamento de Linguagem Natural, do curso de Jornalismo da UFG. Com base em 38
aplicações produzidas pelos estudantes, examinamos ganhos editoriais, limitações e
vieses documentados durante o desenvolvimento, utilizando a Teoria Fundamentada
(Charmaz, 2009) para a criação de categorias analíticas. Os resultados indicam potencial
significativo para a incorporação de elementos de acessibilidade, interatividade e blocos
multimídia dinâmicos nas reportagens; por outro lado, evidenciam problemas recorrentes
como imprecisões, bases de dados insuficientes, dificuldades de integração automática e
vieses na seleção de fontes pelos modelos (Diakopoulos et al., 2024; Barboza & Caldas,
2025). Concluímos com recomendações práticas para a adoção responsável dessas
ferramentas em ambientes formativos e redacionais.