APRENDIZAGEM BASEADA EM PROBLEMAS APLICADA AO ENSINO REMOTO DE ÉTICA E LEGISLAÇÃO EM JORNALISMO
Relatamos neste trabalho a experiência da
Aprendizagem Baseada em Problemas (PBL) como inspiração metodológica para o ensino da
disciplina Ética e Legislação em Jornalismo, na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
(UESB) e os resultados das ações desenvolvidas nesse componente curricular.
ÉTICA NO JORNALISMO: Ensinando a partir de práticas positivas
O presente relato apresenta os objetivos e aspectos gerais da produção do site
Ética no Jornalismo, realizado pelas turmas da disciplina Ética e Jornalismo,
do curso de Jornalismo da Universidade de Brasília (UnB), durante o primeiro e
segundo semestre de 2017.
A QUEDA DO MURO ENTRE REDAÇÃO E COMERCIAL E SUAS CONSEQUÊNCIAS PARA O JORNALISMO: UM ESTUDO DE SEIS INICIATIVAS FINANCIADAS POR CROWFUNDING NO BRASIL
Este artigo discute como os jornalistas que trabalham em iniciativas financiadas coletivamente
representam a divisão de atribuições entre setor comercial e redação. Busca-se expor o
enfraquecimento de uma tradição das empresas jornalísticas que demarcava uma divisão física e
simbólica entre redação e setor comercial.
AS COLETIVAS DE IMPRENSA COMO UM DISPOSITIVO DE INTERAÇÃO ENTRE JORNALISMO E FONTES: UMA REFLEXÃO SOBRE A APRESENTAÇÃO DA DENÚNCIA CONTRA O EX-PRESIDENTE LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
O esforço apresenta a reflexão de como o Ministério Público Federal se apropria da entrevista
coletiva como estratégia para pautar os jornalistas e o debate público sobre as denúncias contra
o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para tal, há
observação do vídeo exibido pela Globo News diretamente da entrevista coletiva e na sequência
descreve a atuação dos promotores públicos e dos jornalistas que compareceram ao evento. A
busca por entender a entrevista coletiva como um dispositivo cercado de regras tanto para o
jornalismo como para os assessores e fontes. Entender e seguir tais regras oferece condições de
entrada nas coberturas midiáticas.
O QUE É JORNALISMO, QUEM É JORNALISTA E A QUEM CABE O SIGILO DE FONTE?
O establishment jornalístico enfrenta uma crise de identidade. O ingresso de novos atores
sociais na Web está minando o protagonismo dos jornalistas na produção e difusão de
informações. Borraram-se as fronteiras entre quem é e quem não é jornalista Este artigo
alimenta o debate a partir de dois episódios. O primeiro ocorrido nos Estados Unidos, quando o
The New York Times corrigiu uma matéria para atender ao pedido de uma ativista que queria
ser citada como jornalista. O outro caso se deu no Brasil, quando o juiz Sergio Moro,
responsável pela Operação Lava Jato, negou o direito ao sigilo de fonte ao blogueiro Eduardo
Guimarães, mas retrocedeu após queixas de entidades de jornalismo. Afinal, o que é jornalismo
e quem está autorizado a exercê-lo?
JORNALISMO E ÉTICA: REFLEXÕES SOBRE ENSINO E APRENDIZAGEM NA DISCIPLINA ÉTICA E LEGISLAÇÃO DA COMUNICAÇÃO
O objetivo deste texto é relatar a experiência de ensino e aprendizagem vivenciada na disciplina
Ética e Legislação da Comunicação no curso de Jornalismo da Faculdade de Comunicação e
Informação da Universidade Federal de Goiás (FIC/UFG).
UMA ANÁLISE DA CRIAÇÃO DOS CURSOS DE JORNALISMO NO BRASIL
Segundo Melo (1977), o primeiro curso de jornalismo no Brasil, criado na década
de 1940, teve como objetivo a melhoria dos salários de jornalistas-redatores do serviço
público com a formação de nível superior. Neste contexto, este artigo analisa a expansão dos cursos de Jornalismo em
instituições públicas e privadas de ensino superior e a distribuição geográfica que se
estabelecem entre os cursos e tem como objetivo compreender a expansão do curso de
Jornalismo no Brasil nos últimos anos.
EM BUSCA DE UM REFERENCIAL TEÓRICO PARA PESQUISAS SOBRE ASSESSORIA DE IMPRENSA E RELACIONAMENTO COM A MÍDIA NO BRASIL
O trabalho de assessor/a de imprensa/comunicação consiste em intermediar as
relações de seu cliente com repórteres, sendo um artífice e um divulgador da boa imagem
de quem o contrata (BUCCI, 2000, p. 80). Pretendemos apresentar um modelo que pode ser
utilizado em estudos sobre o relacionamento de pessoas e organizações com a mídia no
contexto brasileiro.
AÇÃO POLÍTICA E O DISCURSO POLÍTICO: ELEMENTOS DISCURSIVOS SOBRE URNAS ELETRÔNICAS EM UM CONTEXTO DE DESINFORMAÇÃO
Visando a uma multidão indistinta, a um grupo definido ou a um auditório privilegiado,
Ruth Amossy (2020) salienta que o discurso procura sempre produzir um impacto sobre
seu público. E quando tomamos qualquer enunciado, pode-se ter um sentido político, a
partir do momento em que a situação o autorizar, aponta Patrick Charaudeau (2018).
A IMPRENSA NA FRAGILIDADE DA DEMOCRACIA NO SÉCULO XXI
Neste trabalho busca-se compreender de que maneira as redes sociais alteraram a
maneira que a informação é transmitida na sociedade e quais as consequencias para a
fragilização da democracia.