Este texto tem uma pretensão imensa: falar de um singelo conceito de extensão, construído nos Cerrados centrais, que retoma a compreensão de que a comunicação – e o jornalismo que aí está implicado – é determinante na organização das sociedades desde que não esteja como esfera do capital neoliberal e, em consequência, o agronegócio. Dono, também, de forma direta ou indireta dos chamados meios que sustentam a falsa justeza de sua lógica de produção, que destrói os cerrados, e no seu veneno simbólico que tenta (nos) convence de que seus agrotóxicos são inofensivos. Da agricultura familiar, o caminho mais seguro, sustentável e coletivo, de superar as crises a que a humanidade foi empurrada, na atualidade. O projeto Terra e Território é a alma deste relato. E a terra é feminina.