O artigo analisa o projeto Memórias em Rede, de Santos-SP, como prática de educomunicação voltada ao combate à desinformação e à valorização de histórias de vida e memórias locais. Com base em uma abordagem qualitativa, adota o estudo de caso como método, combinando análise documental e uso de Inteligência Artificial para mapear dados, engajamento e emoções. O foco está na formação de sujeitos críticos por meio do jornalismo comunitário, da educação midiática e de práticas digitais colaborativas. Os impactos são empoderamento juvenil e ressignificação da escola. A análise temática identificou os eixos centrais do projeto e os sentimentos predominantes. O estudo reforça o potencial das práticas educomunicativas como antídoto à alienação tecnológica, promovendo comunicação dialógica e horizontalizada. A metodologia mostrou-se eficaz e replicável em outros contextos educativos.