Este relato de experiência analisa a relação entre estética, comunicação e cultura visual,
tendo como estudo de caso o álbum Amazônia, lançado em 1980 pelo grupo Quinteto
Violado. A investigação busca compreender de que forma a imagem da capa do disco,
aliada ao conteúdo musical, constrói sentidos culturais e ambientais, dialogando com os
debates da época e permanecendo atual na era digital. O estudo adota uma abordagem
teórico-crítica, apoiada em autores como Walter Benjamin, Marshall McLuhan, Lúcia
Santaella e Luiz Beltrão, além de uma análise semiótica e contextual do projeto gráfico
do disco. Destaca-se, ainda, o conceito de folkcomunicação, que ajuda a interpretar o
papel do Quinteto Violado como mediador entre tradição popular e indústria cultural.