Neste trabalho abordaremos a tipificação da mulher negra na mídia brasileira, através da
reprodução de três estereótipos específicos: subserviente, hipersexualizada e ‘nega
maluca’. Segundo Biroli (2011), o compartilhamento massivo de referências que os
meios de comunicação propagam contribuem para a reprodução dos estereótipos ou
para sua reorganização ou superação. Através da análise de conteúdos audiovisuais e
livros que marcaram a história da mídia brasileira, este artigo busca investigar a
maneira como são demonstradas estas três figuras e quais são as suas influências na
percepção da sociedade.